Crimes de peculato, crimes de falsificação praticada por funcionário, crimes de falsidade informática, interrogatório judicial de arguido detido; prisão preventiva| Ministério Público na Procuradoria da República de Bragança (Bragança, juízo de competência genérica de Vila Flor)

 


07/11/2025

No âmbito de inquérito dirigido pela Procuradoria da República da Comarca de Bragança (Juízo de Competência Genérica de Vila Flor), o Ministério Público apresentou a primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação um arguido detido.
Findo o interrogatório que teve lugar no dia de hoje, o Tribunal considerou fortemente indiciada a prática, pelo arguido (militar da GNR) de dez crimes de peculato, dez crimes de falsificação praticada por funcionário e dez crimes de falsidade informática.
Considerando verificados os perigos de continuação da atividade criminosa, de perturbação grave da ordem e tranquilidade públicas e de perturbação do decurso do inquérito ou da instrução do processo o Tribunal decretou a aplicação, ao arguido, da prisão preventiva.
 
 
Informação prestada ao abrigo do disposto no art. 86.º, n.º 13, alínea b), do Código de Processo Penal.